Blog de Teresa Leonel
   



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Senado brasileiro é paladino da moral?

A Mesa Diretora do Senado Federal, ali... no Congresso em Brasília, sim... é isso mesmo que você está pensando, aquela área onde a Secretaria de Limpeza Urbana não recolheu o lixo dos esgotos, quer desqualificar o estudo elaborado pela ONG Transparência Brasil em que comparam valores destinados em Orçamento aos Legislativo nacionais de doze países. Relembrando alguns dados desse estudo (material foi publicada aqui neste blog) o Congresso Brasileiro gasta R$ 11.545,04 por minuto com os 513 deputados e 81 senadores.

 

Pelos padrões europeus de gasto parlamentar este orçamento poderia manter o mandato de 2.556 integrantes. A pesquisa da Transparência Brasil comparou o orçamento do Congresso brasileiro com os da Alemanha, Argentina, Canadá, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, México e Portugal. De acordo a Transparência Brasil em 2007 o Brasil destinou para a manutenção do mandato de cada um de seus 594 parlamentares federais quase quatro vezes a média do gasto dos parlamentos europeus e do canadense. Na pesquisa, o Congresso brasileiro é o mais caro por habitante perdendo apenas para  o Congresso dos Estados Unidos, mas ainda assim pesa menos no bolso de cada cidadão do país (EUA).

 

Pois não é que os nossos paladinos da moral (faz-me rir!!) dizem não concordar com o estudo e ainda posam de injustiçados pelos números! Não é trágico porque é cômico. Quem são estes baluartes da verdade que se dizem indignados com o resultado da pesquisa? Por acaso, seriam os mesmos (pares) que estão acobertando o caso Renangate?

 

Caro leitor/eleitor é preciso entender que são através de instituições fortes e de credibilidade como p Ministério Público, Transparência Brasil, Observatório da Imprensa e tantos outros que se pode fazer uma verdadeira transformação na nossa sociedade e que uma nova democracia nasça desse contexto, desse novo olhar, dessa nova reflexão.

 

Segue abaixo a resposta da Transparência Brasil aos nossos ma-ra-vi-lho-sos representantes.



Escrito por Teresa Leonel às 17h57
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Resposta da Transparência Brasil ao Senado

A Mesa Diretora do Senado Federal divulgou dia 02 de julho nota elaborada pela Diretoria Geral da Casa em que procura desqualificar estudo elaborado pela Transparência Brasil em que se comparam valores destinados em Orçamento aos Legislativos nacionais de doze países.

A Transparência Brasil repele os reparos e alegações expressos na nota em questão e esclarece:

  1. É verdade que o estudo não desceu aos detalhes da composição dos Orçamentos legislativos de país nenhum, não tendo, portanto descontado do caso brasileiro os montantes relativos a encargos previdenciários e contribuições patronais, como gostaria a Mesa. Não se percebe bem onde a Mesa gostaria de chegar com isso, uma vez que, seja como for, quem paga por tudo isso é a população brasileira. Observe-se, aliás, que o “desconto” pleiteado pela Mesa teria efeito marginal no posicionamento do Brasil em relação a outros países. O Senado, em particular, continuaria a custar um despropósito.
  2. O argumento produzido pela Diretoria Geral e subscrito pela Mesa é particularmente infeliz quando alega que o salário mínimo brasileiro não poderia ser usado para avaliar o peso de sustentar o Congresso porque esse salário mínimo é baixo em comparação com o salário mínimo de países mais ricos. É o ponto, exatamente. É evidente que se o salário mínimo brasileiro fosse o dobro, então o peso da contribuição individual para sustentar o Congresso seria a metade. Acontece que o salário mínimo é o que é, o custo do Congresso é o que é e a porcentagem de um em relação ao outro é mais de dez vezes maior do que na Grã-Bretanha, cinco vezes maior do que nos Estados Unidos e assim por diante.
  3. A infelicidade do raciocínio presente na nota preparada pela Diretoria Geral continua nas considerações que se fazem a respeito das taxas de câmbio usadas no estudo. Afirma a Mesa, ecoando a Diretoria Geral, que se as taxas de câmbio empregadas para fazer as conversões monetárias fossem outras (ou seja, se o Banco Central brasileiro tivesse adotado alguma outra política cambial que não a existente), as porcentagens do custo por habitante em relação à renda per capita seriam diferentes. Em primeiro lugar, as rendas per capita usadas são compensadas pelo poder efetivo de compra. Mais importante, o argumento apresentado comete um equívoco aritmético elementar, uma vez que a porcentagem de uma coisa em relação à outra é obtida pela divisão de um número pelo outro. Qualquer fator constante presente nas duas grandezas é cancelado. Multipliquem-se os custos por habitante e a renda per capita por qualquer número que se queira e o resultado será o mesmo: em termos do porcentual sobre a renda per capita, o custo do Congresso brasileiro para cada habitante é 8,4 vezes maior do que o da Espanha, 5,7 vezes superior ao dos Estados Unidos, 5,4 vezes maior do que o da Argentina etc.
  4. A nota senatorial faz inevitáveis referências às “dimensões continentais” do Brasil para tentar justificar os imensos gastos do Congresso. Esquecem-se os autores da nota que o estudo incluiu o Canadá e os Estados Unidos, dois países que são maiores e mais ricos do que o Brasil, e não obstante seus respectivos Parlamentos pesam muito menos no bolso de seus cidadãos do que o Congresso Nacional brasileiro.

Para finalizar, a Transparência Brasil gostaria de dirigir à Mesa do Senado uma pergunta singela: como é possível que uma Casa legislativa que impõe a cada habitante do país um custo verdadeiramente inaudito em comparação com outros países se comporta como vem se comportando na condução da apuração das acusações gravíssimas que pesam sobre seu presidente?

Atenciosamente,

Cláudio Weber Abramo

Diretor executivo 



Escrito por Teresa Leonel às 17h53
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Entrevista PARTE 1

José Nivaldo Junior


Bacharel em Direito, mestre em História, jornalista e publicitário desde a juventude, José Nivaldo Junior ou o marketeiro político Zé Nivaldo, como muitos gostam de chamar, tem uma trajetória longa nesta área. É diretor da Makplan, uma das agências com maior experiência em marketing político do Brasil. No seu portfólio estão várias campanhas eleitorais entre elas a de Leonel Brizola para presidência da República em 1989, a de Marta Suplicy para o governo de São Paulo em 1994 e para prefeitura em 2000. Neste mesmo ano, levantou a estrela petista para João Paulo à prefeitura do Recife, e em 2004 esteve ao lado de Paulo Maluf à prefeitura de São Paulo. Zé Nivaldo assessora e presta serviços para governos em todas as regiões do País.

 

Já fiz outras entrevistas com o mestre, mas esta exclusiva para este blog tem um sabor diferente. Afinal, com tantos compromissos de Zé Nivaldo ele tirou um tempinho para ler meu e-mail com as perguntas e retornar quase que de imediato com as respostas que vocês podem apreciar agora em três partes. Assim, tem mais emoção.
 

Blog Teresa Leonel - Depois dos vários escândalos do governo PT e da falta de credibilidade dos políticos em geral que análise você faz em relação as eleições de 2008?

José Nivaldo -  Ainda é cedo para pensar 2008. Tem muito depende pela frente. Depende da reação do Congresso às denúncias, do nível de indignação (ou torpor) da sociedade e das regras eleitorais que vão vigorar. Além disso, as eleições serão municipais e a crise, até agora, é federal.

 

Blog Teresa Leonel - Com os escândalos em todos os níveis e partidos, você acredita que haverá uma mudança no perfil dos novos candidatos?

Zé Nivaldo -  Sinceramente, não acredito.

 

Blog Teresa Leonel - Que perfil e discurso político você acredita que o eleitor está esperando dos candidatos?

Zé Nivaldo - Creio que o discurso ético vai ganhar força. Além disso, como sempre, o eleitor mandará um recado aos poderes nacional e estaduais.

Trabalho com a hipótese de que candidatos com perfil oposicionista partirão com alguma vantagem, pelo menos nas cidades maiores.

 

Continua...



Escrito por Teresa Leonel às 01h03
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Entrevista PARTE 2

Blog Teresa Leonel - O marketing político é o melhor instrumento para apresentar as propostas dos candidatos e convencer o eleitor? O que fazer para conquistar o eleitor?

Zé Nivaldo - O marketing político não tem receitas mágicas. Em princípio, oferece as melhores opções estratégicas e de comunicação para que o candidato se apresente ao eleitor da melhor forma. Também não existe uma fórmula genérica para conquistar o eleitor. Cada caso tem que ser estudado de acordo com um conjunto de fatores, que incluem a realidade local, o perfil e histórico do candidato, seu posicionamento político/ideológico e os compromissos que está disposto a assumir diante do eleitorado que se propõe a conquistar.

 

Blog Teresa Leonel - Em geral, que análise você faz sobre a chamada reforma política? Explique um pouco essas questões como voto em lista; financiamento público de campanha, voto distrital.

Zé Nivaldo - A reforma política é mais uma atitude casuística do Congresso, uma forma de se livrar das pressões e dar uma satisfação à sociedade. A prioridade da reforma política deveria ser a consolidação das regras eleitorais, que nunca amadurecem porque são modificadas periodicamente. Caso fosse adotado, o voto em lista significaria que o eleitor não mais votaria em candidatos e sim em partidos. Cada partido apresentaria sua lista de candidatos, que seriam eleitos pela ordem, conforme o voto que a legenda recebesse. Essa opção está temporariamente arquivada. O financiamento público significa o Estado, isto é, a sociedade, arcar com os custos das campanhas, acabando a arrecadação de recursos privados. O voto distrital significaria a divisão do País em distritos eleitorais. Cada distrito elege seus deputados pelo voto majoritário, ou seja, os candidatos concorrem uns contra os outros naquele determinado distrito e só um é eleito.

 

Blog Teresa Leonel - Os tópicos da reforma política não estão mais voltados para o processo eleitoral do que para mudanças significativas no processo político?

Zé Nivaldo - Você tem inteira razão. O que se chama de reforma política é na verdade mais uma alteração das regras eleitorais, uma fórmula repetidamente adotada para jogar a crise para o alto.

 

Blog Teresa Leonel - Um dos tópicos da reforma é o voto facultativo. Ou seja, o voto torna-se um direito, e não um dever. O eleitor não é obrigado a comparecer às urnas. Isso já não deveria fazer parte da democracia no Brasil?

Zé Nivaldo - O voto deveria ser facultativo, sempre. Votar é um direito e as pessoas deveriam ter a prerrogativa de utilizar ou não desse direito.

 

Continua....



Escrito por Teresa Leonel às 01h02
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Entrevista PARTE 3

Blog Teresa Leonel - Provocando um pouco o seu olhar crítico, que tipo de análise você faz em relação aos chamados “políticos de interior”, como é o caso de Petrolina? Eles interferem, têm força, no cenário estadual?

Zé Nivaldo - Uma coisa é o político local, outra é o político estadual e outra o nacional. Depende da dimensão e dos papéis que as lideranças assumem. Todos os políticos são importantes, todos têm sua contribuição. Petrolina é pródiga em gerar políticos que assumem uma dimensão estadual, com grande contribuição para o progresso econômico e social de Pernambuco e também da Bahia.

 

Blog Teresa Leonel - Pelo seu conhecimento em assessoria de campanhas políticas como o eleitor que é leitor/ouvinte/telespectador pode analisar as pesquisas publicadas meses antes da eleição? Que dicas você daria como especialista em relação aos cuidados que ele deve ter na leitura dessas pesquisas?

Zé Nivaldo - A melhor e a mais repetida avaliação da pesquisa é o chavão de que ela representa o retrato do momento. A pesquisa é de opinião. Voto é decisão. A opinião coletiva pode mudar - e frequentemente muda - até na hora do voto. Por isso, muitas vezes fica a imagem de que as pesquisas erraram. Pesquisa só erra se for mal feita, ou dentro das margens de erro e do intervalo de confiança. O que muda é a opinião do eleitor no momento do voto.

 

Blog Teresa Leonel - Filosofando um pouco, por que muitas pessoas querem ser candidatos a um cargo político? É apenas para estar no poder?

Zé Nivaldo - A política faz parte da sociedade. Em todos os ambientes existe liderança. É natural que pessoas com capacidade para liderar sejam impulsionadas para a vida pública. É uma convocação da qual as pessoas não podem fugir e muitas vezes sequer conseguem explicar. Enquanto houver sociedade, haverá poder. Enquanto houver poder, haverá disputa por ele, em todos os níveis.

 

Blog Teresa Leonel- Agora pra gente fechar com chave simbólica, existe alguma campanha política que você como marketeiro/publicitário vai fazer aqui em Petrolina?

Zé Nivaldo - Eu não escolho clientes. Os clientes é que me escolhem. Também não discrimino partidos ou lugares. Já fiz campanha em Floresta e em São Paulo, por exemplo, e trabalhei para candidatos de praticamente todas as legendas. Por enquanto, tenho várias sondagens, mas nenhuma campanha fechada para o próximo ano. Ainda tem muito chão pela frente.



Escrito por Teresa Leonel às 01h01
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NINGUÉM DERRUBA RENAN?

 

Era só o que faltava! A turma deixa pra lá do planalto está totalmente em guarda para manter a ordem das coisas. A galera que gosta de pizza em todos os sabores, inclusive, os amargos, está trabalhando sol a pico para não deixar de alimentar ninguém. Outra frente de trabalho são os carpinteiros. Estes então entram pela madrugada construindo uma gaveta indestrutível para arquivar o escândalo Renagate.

A imprensa está totalmente desorientada, descabelada, com profissionais de semblantes carregados, abatidos de tanto correr de um lado para o outro em Brasília para colher qualquer que seja a novidade e repassar para todo o país.

Ontem no final da noite, no site da Uol (linkando com a Folha de São Paulo) tinha uma seqüência de matérias com títulos enlouquecedores. Tipo:  Devolução de processo contra Renan abre caminho para arquivamento sumário.Na seqüência entravam...

Leia mais

Presidente do conselho adia tramitação de processo contra Renan; oposição critica

Parecer aponta falhas em caso Renan e aliados planejam adiar tramitação

Tropa de choque se esforça para salvar mandato de Renan

PSDB critica manobra de aliados para emperrar processo contra Renan

Oposição tenta barrar estratégia do grupo de Renan para adiar tramitação

 

O internauta fica louco com um negócio desse!!!

 

A questão básica que a sociedade que saber é simples: NINGUÉM DERRUBA RENAN?

Depois de todo o espetáculo da escutas da Polícia Federal, das declarações do advogado de Mônica Veloso, a jornalista/caso, assim como das entrevistas que ela própria concedeu a alguns veículos e da narrativa da mulher Calheiros que se tornou “heroína do lar”... depois de todo esse lamaçal com água infectada pelas mentiras que querem ser verdades, ainda assim, não existem motivos da derrubada de Renan?

 

A outra questão muito mais séria ainda é, se o caso Renagate for arquivado pelos seus pares e outros como ficará a imagem do nosso Congresso, Senado, que já é totalmente escrachada, com a presença de um político morto, defunto, sentando à mesa?

Está pergunta não quer calar.



Escrito por Teresa Leonel às 00h24
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A MÍDIA, OS CANDIDATOS (ATORES) E AS ELEIÇÕES

 

Ao se aproximar de uma nova eleição, todo o cuidado é pouco quando se trata de analisar o perfil dos novos e antigos candidatos, atores, e os que dizem que estão com a bandeira da renovação das bancadas.

Considerando a eleição de 2008 um pleito muito mais intimista, já que os atores que interpretam as cenas estão ligados ao munícipio,  Câmara de Vereadores e  prefeitura, qualquer deslize do eleitor a máquina passa por cima.

 

Hoje, estamos vivendo um momento muito delicado. Afinal, as antigas lobas estão adormecidas do ponto de vista de exposição e trabalham nos bastidores da mídia, na retaguarda. Não vão até o front, mas têm a função estrategista. Estão atrás ou ao lado dos protagonistas.

 

Nessa tribo de índios nada inocentes e onde o que prevalece é a cultura do toma lá, me dá cá, as caras pintadas, que no governo Collor representavam a indignação dos jovens, hoje são novas figura que fazem parte da universidade cleptomaniaca. Para entrar nesta escola não é nada complicado. Basta ter um curriculo exemplar de falcatruas, mostrar páginas e páginas de negociatas ilícitas e de preferência ter  bons amigos da infância que comungam desde o primário com esta opção de vida.

 

Examinando a mídia local, percebemos que o momento é de exposição de muitos caciques que vivem na busca de tomar conta de qualquer uma das tribos na região. Por isso que a fama de que a política no interior é mais quente, faz muito sentido. Muitas dessas figuras, ou melhor, dessas gravuras vivem pintando nos microfones das rádios, nas páginas dos jornais locais, nas colunas sociais, em eventos festivos em homenagem a presidentes de associação de bairro e até no aniversário das bonecas da secretária de gabinete.

 

Caro eleitor, este é um momento de muito cuidado. Afinal, falta pouco mais de um ano para o pleito. E a costura de quem vai para os holofotes ou fica atrás do balcão pode ser pontuada ou não por aqueles que detem o poder financeiro, da mídia, dos “amigos”, das negociatas. Este é um momento crucial para os preparativos à exposição. Afinal, eleição é um ato simbólico, festivo, emocionante, relevante... onde todo aquele que quer chegar ao poder diz que amo os oprimidos, que sua bandeira é contra a injustiça, que sua luta é contra a elite, a burguesia (a palavra voltou à moda), os desmandos... os que estão aí nada fazem. O discurso é der ordem e é mais ou menos o mesmo, muda apenas os atores. Quem já não ouviu candidatos em reuniões de bairro e nos comícios narrarem os seguintes textos: quando for eleito desenvolverei projetos de melhorias para esta rua; buscando também mais escolas, postos de sáude para este bairro. Vocês estão cansados dessa situação... ninguém aguenta mais... precisamos mudar, renovar este quadro... vamos nos unir... o povo tem quem ir para o poder. O poder é do povo. A saúde é do povo. Eu... fulano de tal digo e faço. Vocês conhecem a minha história.... pa-ta-ti, pa-ta-ta...

 

Todo cuidado é pouco, eleitor. Todo cuidado é fundandamental locutores, jornalistas, reporteres... vocês representam o canal de exposição dos larápios. Daqueles que se dizem baluartes da verdade, da honestidade, decência, hombridade. Quem são eles? Ontem, era seu José, presidente da associação. Hoje, é seu José que assumiu uma cadeira na Câmara de Vereadores e quando está no bairro mal fala com o vizinho. Quem são os verdadeiramente  candidatos ao pleito de 2008? Você conhece seu histórico? Seu passado? As negocições que eles estão fazendo hoje? O seu discurso de “bom homem, temente a Deus”. Muitos chegam a usar a Palavra de Deus, o Evangelho da libertação para conquistar fieis das igrejas. Fazem todo tipo de jogo para chegar ao poder. O seu discurso e a sua prática nada têm a ver com os conceitos evangélicos, mas que enganam os que pouco conhecem a verdadeira palavra de Deus.

 

Eleitores não se deixem enganar por lobos travestidos de vovozinha. Não é aquela forma enfática e emocionante que muitos políticos (todos praticamente) defendem suas idéias que credibilizam o que eles dizem. É a prática do que eles dizem que ratifica ou não o discurso. Nossa maior arma é o voto. Esta arma jamais pode ser objeto de negociação. Jamais pode ser desvalorizada. Muito pelo contrário, é o seu voto, o meu voto, o nosso voto que juntos faremos novas escolhas, mudaremos os atores e aí sim, poderemos ter uma novela com final feliz.  



Escrito por Teresa Leonel às 23h17
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Humor com inteligência 1

Minha amada amiga Noely mandou umas charges ma-ra-vi-lho-sas... não tinha como não postar... pra gente chorar e rir...

 

 



Escrito por Teresa Leonel às 23h15
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Humor com inteligência 2

 



Escrito por Teresa Leonel às 23h10
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